sexta-feira, 21 de maio de 2010

Soneto nº11

Passo meu dia à beira do lago,
em meu momento solitário.
Paro um pouco para refletir,
pensar no próximo passo a seguir.

Não é bom decidir com a cabeça quente,
necessário esvaziar a minha mente.
Esquecer os fatos do passado,
deixar de me sentir parado.

Mais tarde deitar em uma rede,
admirar as estrelas que estão a me testemunhar.
Na promessa de voltar a caminhar.

Agua que mata a minha sede,
que me lava, elimina toda a sujeira.
Na grandeza desta cachoeira.

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