quarta-feira, 14 de abril de 2010

Poema nº04

Tudo que é natural um dia morre.
Assim foi meu amor por você.
Pensávamos que era um sentimento forte,
vendo-o aos poucos adoecer.

Oh meu amor, estamos tão distantes,
em nossos corações, ex-amantes.
Na arte do amor somos figurantes,
pois não te quero mais como antes.

Por favor, não há motivos para lágrimas,
estamos a frente de nossos corações.
Tudo ruiu em nossas emoções,
somos um rio de águas paradas.

Oh meu amor, não a chamarei assim.
Distanciar-me-ei do teu caminho.
Pois agora devo seguir sozinho.
Decretando aqui o nosso fim.

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